quinta-feira, 28 de junho de 2007

É cada uma que acontece...

Quando chegamos a um ambiente desconhecido, temos duas opções de comportamento. Ou nos reservamos, ou bancamos os tolos por querer agradar a todos os desconhecidos que nos cumprimentam, certo?
Comigo foi a assim, e a minha reação foi calar...Ficar na minha...Ser cordial, mas não agir como se já fossemos os melhores amigos da face da terra... E é essa minha personalidade.
Ao iniciar meus trabalhos nesse ambiente, eu ficava mais encarando o teto do que o computador. Não tinha nada pra fazer... E isso me frustrava. Me questionava: Como é que vou receber salário no fim do mês se não produzo nada?!
Olhando essa situação depois de quase 2 anos de trabalho nesse ambiente, posso dizer que olho mais pra tela do computador, do que pro teclado, que de tão atenta com o trabalho, já decorei todas as teclas que utilizo...
Pra quem já estava aqui, antes de minha chegada, parece ser algo revoltante, pois agora, a impressão que dá, é que eu poderia ser insubstituível. Que mesmo que entre de férias, eu poderei voltar traquila, pois meu cantinho tá guardado... Então, essa pessoa revoltada começa a planejar coisas, parecendo novela mexicana, querendo por tudo me derrubar. Mas, antes eu reconheço, eu até era daquelas que saía pro barraco se alguém aprontasse comigo, mas ultimamente, talvez pela estafa, não ando dando a mínima pra nada que essa pessoa está tentando fazer, mesmo que algumas coisas que ela planeja, acabem dando certo...
Tava aqui pensando: Devo chegar pra conversar com essa revoltada para ver se ela percebe a imbecilidade, infantilidade e futilidade que ela está fazendo ou deixo esta pobre filha de Deus esbravejar sozinha? Sinceramente...É cada espisódio sem futuro que acontece na minha novela mexicana da vida...