sábado, 9 de julho de 2011

Um dia cheio de acontecimentos.

Oi pessoas.

Como está sendo o fim de semana aê pra você? Com sol? Com chuva? Nas minhas bandas aqui, o dia está nublado, choveu durante toda a manhã... Aliás, desde ontem à noite.

Ontem eu fui resolver as questões mais complicadas referentes ao chá de baby do João Victor. Quero dizer, eu não, a minha amiga Bruna que cuida do Rehael André, é quem foi resolver por mim. Mas a criação e arte do convite, foram obras minhas... hehehehe -- Ficou fofo!

Preparei alguns e já entreguei ontem mesmo. Fui visitar uns amigos no meu emprego anterior e entregar convites à eles também. Saudade daquelas pessoas. Mudaram muito e para melhor. Só falta o devido reconhecimento para cada um deles pra ficar ainda melhor.

Mais tarde, eu louca pra voltar pra casa e ficar repousando, não resisti ao ver meu filho todo arrumado, lindo e maravilhoso, querendo passear. Minha amiga queria visitar a irmã no trabalho dela que aliás é num shopping. Apesar do horário e do cansaço, os levei até lá. Felizmente estava na cadeira de rodas e em questão de acessibilidade, o shopping é tranquilo. Além de não precisar pagar pelo estacionamento. Valeu a pena ter ido. Os dois se divertiram muito.

Na volta pra casa, eu preciso pegar a BR-116 para depois ter acesso ao meu interior. ^^ 

Quando estou num determinado ponto com pouca iluminação, chego numa curva e avisto ao longe, 5 rapazes mais ou menos na beira da estrada e eles estavam muito inquietos. 

Ao vê-los, pensei: "Que marmota é aquela?" 

Quando aproximei o carro passando por eles, avistei pedras muito grandes, como na foto ao lado e não deu tempo de reduzir a velocidade, então passei por cima com a velocidade regular que estava.

Só então minha amiga ficou angustiada dizendo que aquilo era uma tentativa de assalto, e eu, meio como quem diz: Não creio... -- Olho pelo retrovisor e vejo uma das pedras próximas aos rapazes sendo jogada num carro que havia reduzido a velocidade.

Por essa, foi por pouco... Liguei para o 190 e comentei o ocorrido na esperança de que uma viatura pudesse abordá-los antes que conseguissem o que queriam. Na hora, você nem tem tempo de pensar muito mas depois vem a angústia... E se eu tivesse reduzido? Eles provavelmente iriam quebrar o vidro do lado do Rehael, talvez o machucassem, talvez eu nem estaria viva agora contando o que houve... 

Graças a Deus tivemos proteção divina naquele momento e conseguimos chegar em paz ao nosso destino.