terça-feira, 1 de abril de 2014

Eu não entendo, mas talvez mereça.

Reconheço que quando adolescente, vivia num mundo a parte da realidade, escutava demais e me transformava com meu temperamento inconstante. Reconheço que iludia muito a mim e aos outros, e talvez seja por isso que hoje, eu seja perseguida por alguém que está agindo exatamente como eu agia.

Nasci na religião católica, a qual admiro e tenho profundo respeito, cresci conhecendo e experimentando o espiritismo e hoje sou católica doutrinada no Shalom... Para quem acredita em reencarnação e mediunidade, com certeza entenderia o motivo de minha encarnação como uma pessoa com deficiência.

Agora, se a pessoa não acredita, então porque aceitava ouvir o que eu dizia? Por que se espantava tanto quando as coisas que eu dizia realmente batiam com o que aconteceria depois? Por que então, quando a pessoa abre a boca e diz que não vai mais te importunar em nada, a pessoa agora fica nessa perseguição idiota, tentando pelas beiradas, ter algum contato comigo?

Eu não quero. Depois da carga emocional que eu tive com a sua história fictícia, eu acho que eu preciso me dedicar agora à minha família. Eu não a procurei mais, respeitando sua opinião a meu respeito, meu tempo e especialmente, minha crença a qual fui ridicularizada para meu esposo.

Acho que deveria seguir sua vida assim como estou seguindo a minha. Qualquer coisa, busca orientação com o médico inexistente também. Porque o real nunca ouviu falar nem de você e muito menos do paciente que cuidou por mais de 3 meses seguidos. ¬¬

Quando eu lembro o quanto fui estúpida, mandando mensagens para você mesma... Nossa... Eu mereço, viu? O que se faz por aqui, leva aqui mesmo... Grande lição.

E respondendo seus questionamentos: Não quero nada que me lembre você. Obrigada.