quarta-feira, 10 de abril de 2013

50 tons de cinza... Qual das versões é a melhor?

Oi pessoas, 

Pra quem me acompanha pelo Facebook, twitter e Tumblr, já sabe que sou fã incondicional pela trilogia de 50 tons de cinza, desde o final do ano passado... 

Muita gente gosta de chatear, fazendo críticas depreciativas, praticamente chamando quem lê esses livros de anta batizada e até considerar best-sellers os livros mais pobres de literatura... 



Bom, sobre o 50 tons, eu não vou levantar bandeira defendendo nesse ponto porque o livro não é tão rico assim de literatura mas ele ajuda e muito quem estava com o relacionamento meio... morno... pra não dizer coisa pior...

Já comprei livros eróticos antes como o Doce Beijo do Escorpião, da Bruna Surfistinha e também o fraquinho 100 escovadas antes de dormir da Melissa... Mas a diferença do 50 tons, é que realmente a gente se identifica muito com determinadas coisas.

Bom, pelo menos, eu me identifiquei um pouco... A personagem central para a autora de 50 tons de cinza, E. L. James é a Anastasia Steele. Não faz sentido eu contar detalhes da história, porque quem está lendo isso aqui, com certeza, já conhece o livro. E se não conhece, digamos que seu eu fosse dar uma nota de 0 a 10, a nota por mim a esse livro seria 8,5. Experimente ler, especialmente se quiser dar um "up" no relacionamento.

Ela experimentou coisas novas e por isso, ao ser apresentada ao mundo obscuro do Grey, ela nos leva junto, então, certas coisas ela fez porque desejava mesmo qualquer negócio com o Christian, mas no mundo real, só a questão da aproximação, sensualização que o Grey faz o tempo todo... Tudo isso acaba dando uma ideia de como poderíamos fazer com nosso amado.

Ele fez coisas inesperadas com ela, e logo, a gente acaba pensando: Hmmm... Posso tentar fazer algo desse tipo, inesperadamente ao meu amado... Vai que ele gosta?

Então, meu ponto de identificação com a Ana, foi nesse sentido. E, claro, eu adoro o Christian. Especialmente na versão em inglês, que como sempre é melhor que a versão brasileira... =/
Mesmo ele tendo essas particularidades interessantes e obscuras de sua vida. Mas são coisas que a Ana compartilha com a gente e que acontece entre eles dois, entre quatro paredes... Ah, vá! Não vamos bancar os inocentes achando absurdas determinadas situações que ocorrem no livro porque muita gente já fez isso e não foi pra fogueira depois disso.

E vamos combinar, o cara sabe como agradar uma mulher! E apesar dele ser um control-freak, maníaco possessivo, é a maneira dele de querer cuidar de quem ele quer bem. E isso também não é estranho... Tenho certeza que tem gente pior do que ele... Como essa tiazinha aqui abaixo... E nem eu posso julgar, porque no passado eu era um porre também!


Mas a questão, é que depois que você finalmente chega ao final do livro três, o que é que a lindíssima E. L. James faz?! Nos dá uma facada violenta, dando-nos umas poucas páginas na versão do Christian sobre a mesma história de Anastasia.

Mas pudera... O "romance" é baseado numa fanfiction de Crepúsculo, onde o personagem Christian é uma grandiosíssima homenagem ao Robert Pattinson. E não ao Edward em si. Mas todos os trejeitos de personalidade do Pattinson como mexer no cabelo, sorriso tímido e consciência que tem charme, são pontos fortes do ator. Apesar de todo mundo dizer que o ator jamais poderia viver o Grey no cinema...Eu discordo. Mas acho que ele poderia ser a terceira opção, pois quem se daria melhor seria o Matt Bomer ou o Ian Somehalder.


Certo! Já enrolei demais!

A Eminé Fougner, é uma escritora muito talentosa, que fez a gentileza de terminar o serviço da E. L. James, e fez a versão do Christian completa! Perfeito! Sem tirar, nem botar!


Se ela publicasse em livro, com certeza já estaria aguardando a chegada do mesmo na minha casinha por compra via internet. Mas, como se trata apenas de uma fan fiction, tal qual a própria E. L. James fez sobre Crepúsculo, ela não publica mas posta regularmente os capítulos no blog dela.

E tem em versões brasileiras, que até eu ajudo na tradução de vez em quando, francês, italiano... enfim... Quer dar uma conferida?!


Bom... Vou ficando por aqui! Mas vou confessar a vocês, que entre as duas versões, sou apaixonada pela de Christian. É mais rica em detalhes e a gente acaba entendendo um pouco melhor a personalidade do Mr. Grey! ;)

Boa leitura! Nos vemos outro dia!

Xêro no ôi!

terça-feira, 2 de abril de 2013

Como explicar o que é a morte?!




Oi pessoas...

Tive uma situação referente a minha saúde que me deixou absurdamente depressiva mas busquei uma solução paliativa e felizmente foi muito bem acolhida por todos... 

O assunto hoje, é sobre a morte. É um assunto meio carregado, na minha humilde opinião, mas e o que você pode dizer ao seu filho de quatro anos quando ele te pergunta o que é isso?

Sinceramente, não soube responder de imediato. Imediatamente a primeira coisa que me veio na cabeça, foi pensar na minha própria... Deixar marido, filhos... Não queria que sofressem pela minha passagem...

Então, lembrei do que meus pais me responderam quando eu era novinha...  


"Um dia, o tempo vai passar, você vai crescer, chegar na minha idade, e se Papai do céu deixar, eu vou ver você casada, com filhos e depois, quando eu estiver bem velhinha, eu vou pro céu. Você não vai me ver mais, só que a mamãe vai sempre estar ao seu lado. Você sempre poderá conversar comigo, e apesar de não poder me ouvir, porque eu vou estar muito longe, lá no céu, eu vou ouvir tudo o que disser, mesmo que diga no seu pensamento."


Então, foi a mesma coisa que eu disse. Lembro que quando a mamãe me disse, eu senti um entalo, mas não chorei.

Só que meu bebê de apenas quatro anos, não só sentiu o entalo, como fez biquinho, e chorou silenciosamente e disse que não queria que eu fosse pra lugar nenhum...

Não existem palavras para explicar o quanto doeu ver meu filho ficar do jeitinho como ele ficou... Chorando silenciosamente, olhando pra mim, as lágrimas descendo e por mais que eu dissesse que estava tudo bem e que eu ia vê-lo crescer e virar um super-herói, ele ficou realmente sentido...

Falei então pra ele, que buscasse aproveitar cada minuto que tivesse do lado da vovó e do vovô, da mamãe e do papai, porque um dia, todos nós iremos para o céu. E que no fim, todos iriamos ficar juntos novamente! E que seria muito divertido! E comecei a falar de parques, natureza, laguinhos com patinhos e ele acabou colocando a banda inglesa teen One Direction na conversa, talvez por lembrar das cenas de "Live while we're young".

Passa um filme na nossa cabeça, porque ninguém sabe por quanto tempo mais permaneceremos nesse mundo... Hoje, estou aqui, postando para vocês mas e daqui a um minuto? Só Deus sabe e somente Ele tem o poder de apagar a vulnerabilidade da nossa vida, como uma vela...

Não sei, especialmente por conta da minha deficiência, se poderei durar mais 10 ou 20 anos. Queria muito ver meus filhos crescerem, mas se tem algo que a vida me ensinou, é aproveitar cada dia como se fosse o último! Dizer "eu te amo" para quem você realmente sente que ama, sem sentir vergonha ou medo pela interpretação que farão sobre seu sentimento.

O famoso: não deixar para amanhã, o que poderia fazer agora!